ANÁLISE OCEÂNICA E PREVISÕES CLIMÁTICAS - MARÇO 2022

RESFRIAMENTO VOLTA A SE INTENSIFICAR NO OCEANO PACÍFICO E LA NINÃ DEVE PERSISTIR ATÉ O INVERNO DO HEMISFÉRIO SUL

Fig. 1. Anomalia da temperatura da superfície do mar entre 13/02/22 e 12/03/22. Fonte:https://www.esrl.noaa.gov/

O resfriamento das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical voltou a se intensificar em algumas áreas e se espalhar em fevereiro e no início de março de 2022, com anomalias negativas que se estendem do Oceano Pacífico equatorial central ao leste, como mostram as manchas em azul na área demarcada pela caixinha em vermelho da figura 1, que representa a anomalia média das Temperaturas da Superfície do Mar (TSMs) durante as últimas quatro semanas, de 13 de fevereiro e 12 de março. O desvio negativo da TSM segue em níveis que continuam caracterizando a La Niña. A classificação deste fenômeno depende da persistência de desvios inferiores a -0,5°C por pelomenos5trimestres sobrepostos. Segundo as medições da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), o atual fenômeno La Niña está em vigência desde o trimestre Julho – Agosto – Setembro de 2021.


ENQUANTO O CENTRO E OESTE DO OCEANO PACÍFICO ESFRIOU MAIS, AS ÁREAS AO LESTE APRESENTARAM UMA REDUÇÃO DO RESFRIAMENTO


A área demarcada em vermelho na Figura 1 se subdivide em quatro regiões, que são monitoradas para estudos de fenômenos como El Niño e La Niña, como pode ser observado na figura 2. A tabela apresenta um comparativo entre os índices (desvios da TSM) para cada uma das regiões em 14 de fevereiro e em 14 de março de 2022. Das 4 regiões, 2 apresentaram declínio da TSM nas últimas semanas. O índice Niño 4, que fica mais a oeste do Pacífico e que era o mais aquecido no último mês, apresentou o maior declínio da TSM, de -0,5°C, e agora em fevereiro apresenta desvio de -0,7°C. O índice Niño 3.4, que fica na área central do Pacífico, apresentou declínio de -0,3°C e no momento é área mais fria, com desvio de -1,0°C. A região do índice Niño 3, que está na porção centro-leste do Pacífico, apresentou aumento da TSM de +0,3°C e está com desvio de -0,8°C e o índice 1+2, que é calculado na porção mais a Leste no Oceano Pacífico, foi o que mais aqueceu, com aumento de +0,8°C no último mês, mas ainda assim está mais frio do que o normal e apresenta desvio de -0,5°C.


Fig. 2. Desvio da TSM por sub-regiões de estudo no oceano Pacífico. Comparativo entre 14 de fevereiro e 14 de março de 2022. FONTE: Fonte:https://www.esrl.noaa.gov/

PREVISÃO CONSENSO INDICA PROBABILIDADE ACIMA DE 50% PARA O PROLONGAMENTO DA LA NIÑA NO INVERNO DE 2022


Este mês, a previsão consenso entre os centros norte-americanos IRI (Instituto de Pesquisas Internacionais da Universidade da Columbia) e CPC (Centro de Previsões de Clima do NOAA), atualizada em 10 de março, indica um declínio mais lento do La Niña, devido a recente intensificação do resfriamento na parte Central do Oceano Pacífico Equatorial e as respostas atmosféricas a essa condição, que contribuiu para que as previsões de curto prazo mantenham o desvio frio. A partir do inverno, aqui no Hemisfério Sul, ainda há uma grande incerteza dos modelos de previsões Oceânicas, mas mesmo que a La Niña não persista ao longo de todo o inverno, a tendência é que pelo menos o desvio da TSM continue negativo ao longo da Estação e isso já acarreta em impactos no clima Global. O gráfico da figura 3, que resume a previsão consenso, indica probabilidade de 53% para a persistência da La Niña, representada pelas barras azuis, durante o Inverno do Hemisfério Sul (trimestre junho- julho-agosto de 2022). Depois disso a probabilidade passa a variar entre 40 e 50%, ou seja, chances muito parecidas para ocorrência de La Niña ou neutralidade climática. Os efeitos da La Niña devem continuar sendo sentidos na distribuição das chuvas e temperaturas aqui no Brasil, não só no outono como também durante o inverno de 2022 e esses efeitos podem ser acompanhados na previsão climática da Zeus Agrotech apresentada a seguir.

Fig. 3. Previsão de consenso de fenômenos climáticos, dos institutos NOAA e IRI, atualizada em 10/03/22. Fonte:https://iri.columbia.edu/


PREVISÃO CLIMÁTICA DA ZEUS AGROTECH

CENTRO SUL DEVE CONTAR COM UM OUTONO MAIS SECO, ENQUANTO ÁREAS DO NORTE DO BRASIL SEGUEM COM CHUVAS EXPRESSIVAS


ABRIL


A seguir são apresentados os mapas da média (ou climatologia) da chuva e a previsão de clima da Zeus para os próximos meses, na forma de desvio da precipitação em relação ao que é esperado para cada mês. As cores representam as regiões onde estão os clientes Zeus. Mais detalhes em relação aos valores das médias e dos desvios estão disponíveis na sua plataforma Zeus.


Abril, um mês típico de outono, apresenta uma redução significativa das chuvas sobre o interior do Brasil, como mostram as áreas avermelhadas da figura 4. Além disso, é um mês com maior alternância de dias quentes e frios, já que ondas de frio começam a avançar de forma mais intensa pelo Sul e algumas vezes alcançam até o Sudeste e o Centro-Oeste. Neste mês as chuvas mais intensas normalmente acontecem sobre a faixa norte entre o CE, PI e o MA e entre o AP, norte e oeste do PA, interior do AM e sul de RR, como mostram as áreas em azul da figura 4.


Em abril deste ano, nossas previsões indicam uma redução normal das chuvas e volumes dentro da média para o mês sobre parte do interior do País, como mostram as áreas em verde da figura 5. As instabilidades devem continuar mais intensas e pode chover acima da média entre o TO, MA, PI e parte do PA, como é mostrado nas áreas em azul. Em contrapartida, sobre todo o centro sul do Brasil, nossas previsões indicam chuvas mais irregulares e que tendem a ficar abaixo da média, indicado pelas áreas em amarelo. Especialmente para áreas da Região Sul, a situação deve continuar crítica, onde nossa previsão indica uma condição ainda mais seca, com chuvas muito abaixo do esperado. Estas condições refletem a continuidade do Fenômeno La Niña no Oceano Pacífico, conforme comentado anteriormente.


Fig. 4: Média de precipitação, segundo o CHIRPS (estimativa de chuva por satélite), para o mês de abril.
Fig.5: Previsão Zeus do desvio da precipitação em relação ao que é normal para abril/22.
















MAIO


Em maio a estação seca ganha força em várias regiões do Brasil. Nas áreas em vermelho da figura 6, a chuva diminui gradativamente e os volumes são bem menores em relação aos meses anteriores. Sobre o norte de MG, interior do Nordeste, partes de GO e TO, nas áreas em branco do mapa, costumam ocorrer pouquíssimos episódios de chuva ou até mesmo não chove em maio. Neste mês, as chuvas mais frequentes se concentram em uma faixa do extremo norte do Brasil, entre o norte do AM até o norte do MA, nas áreas em azul da figura 6. Também chove sobre a faixa leste do Nordeste, onde se tem o início da estação chuvosa. Entre a região Sul e áreas mais ao sul de SP e MS, costuma chover de forma moderada.

Para maio de 2022, a expectativa é que o tempo seja mais seco do que o normal em grande parte da área central e Sul do Brasil, como mostram as áreas em amarelo da figura 7. Entre o interior do Sudeste e do Centro-Oeste o tempo já costuma ser bastante seco e com isso a probabilidade para ocorrência de chuvas significativas é muito baixa. As chuvas ainda devem continuar regulares nas áreas mais ao norte do País, como TO, PA, MA e PI, porém os volumes tendem a ser menores do que em relação ao mês anterior. As chuvas começam a ocorrer de maneira mais frequente também sobre a porção leste do Nordeste, nas áreas em verde.



Fig. 7: Previsão Zeus do desvio da precipitação em relação ao que é normal para maio/22
Fig. 6: Média de precipitação, segundo informações do CHIRPS (estimativa de chuva por satélite), para o mês de maio.
















JUNHO


Junho é marcado pelo início do inverno e é um mês bastante seco sobre o interior do Brasil. Nas áreas em branco da figura 8, entre MT,GO,MG, sul do PA e interior do Matopiba, os episódios de chuvas se tornam cada vez mais escassos. Também costuma chover muito pouco nas áreas em vermelho do mapa. As chuvas são mais volumosas sobre o extremo norte do Brasil, especialmente em RR, onde os volumes aumentam significativamente em relação aos meses anteriores. Na região Sul, os volumes costumam ser moderados e o frio aumenta cada vez mais. Em junho o risco de geada aumenta sobre áreas produtoras da região Sul, devido ao avanço de massas de ar frias mais intensas. O ar frio costuma atingir também partes do Sudeste e do Centro-Oeste.

Para junho de 2022, nossas previsões indicam chuvas irregulares, ficando abaixo da média em boa parte das regiões Sudeste e Centro oeste, como mostram as áreas em amarelo da figura 9. As chuvas devem ficar abaixo da média também para áreas da BA, onde já costuma chover muito pouco nesta época, indicando uma condição ainda mais seca para esta região. Diferentemente dos meses anteriores, a previsão para o mês de junho de 2022 indica uma condição favorável para chuvas em parte da Região Sul, indicada pela região em azul, o que deve beneficiar as culturas de inverno. Já nas demais regiões produtoras em verde, as previsões seguem indicando chuva dentro da normalidade em junho.



Fig. 8: Média de precipitação, segundo o CHIRPS (estimativa de chuva por satélite), para o mês de junho.
Fig. 9: Previsão Zeus do desvio da precipitação em relação ao que é normal para junho/22.

















TENDÊNCIA DE TEMPERATURA PARA OS PRÓXIMOS 3 MESES



TEMPERATURA MÍNIMA


Os mapas a seguir apresentam a média das temperaturas mínimas e máximas para os próximos três meses. Nestes mapas, os extremos podem estar mascarados, mas ainda assim observa-se o padrão médio de comportamento das temperaturas.


A partir de abril, figura 10(a), com o outono já instalado, teremos uma oscilação maior das temperaturas no centro-sul do Brasil. As ondas de frio começam a avançar e provocam declínios mais significativos das temperaturas mínimas. O risco para frio intenso em abril é baixo, mas podem ocorrer alguns dias com madrugadas mais frias especialmente na região Sul e em parte do Sudeste, como mostram as áreas em tons de azul da figura 10(a). As temperaturas diminuem um pouco também em parte do Centro-Oeste, como mostram as áreas em verde mais escuro. Para maio, figura 10(b), as temperaturas devem diminuir mais sobre o centro-sul do país, pois a entrada de ondas de frio começam a se tornar mais frequentes. Especialmente no sul são esperadas temperaturas bastante baixas. Neste ano, devido ao fenômeno La Niña, a atmosfera fica mais fria e por isso existe o risco para ondas de frio mais cedo e mais intensas. Assim, não se descarta a ocorrência de episódios de geada, especialmente sobre a região Sul. São esperadas temperaturas baixas nesse mês também sobre as áreas em tons de azul do Sudeste e a tendência é de diminuição das temperaturas também em grande parte do Brasil Central. Em junho se inicia o inverno, e com a diminuição das horas de sol sobre o Hemisfério Sul, é normal que o frio se intensifique ainda mais sobre a metade sul do Brasil. A Figura 10(c) mostra áreas em azul predominando sobre áreas do Brasil central e áreas em azul mais claro, que representam frio mais intenso, predominando sobre regiões Serranas do Sul e do Sudeste. Em junho o risco para a ocorrência do geadas também se torna maior e mais frequente.

Fig. 10. Previsão de temperatura mínima: (a) abril/22, (b) maio/22 e (c) junho/22..

TEMPERATURA MÁXIMA


Em abril, figura 11(a), assim como as temperaturas mínimas, as temperaturas máximas também começam a diminuir na região Sul, devido ao avanço eventual de massas de ar mais frio. As máximas também devem ficar mais baixas em partes do Sudeste, enquanto o tempo continua mais abafado entre o Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Em maio, com a intensificação do tempo seco, as temperaturas ficam mais elevadas sobre o centro norte do país, enquanto nas áreas mais ao sul tem expectativa de diminuição das temperaturas. Podemos observar pelas áreas em tons de azul da figura 11(b), que as máximas mais baixas são esperadas para o interior da região Sul e faixa leste do Sudeste. Em junho, figura 11(c), as temperaturas máximas ficam ainda mais baixas, principalmente sobre o Sul e o Sudeste, como mostram as áreas azuis e verde escuro. As temperaturas tendem a ficar mais baixas também sobre parte do Centro-Oeste e regiões mais ao sul do Nordeste, como mostram as áreas em verde. Por outro lado, sobre o interior da região Norte, com a intensificação do tempo seco e por ser uma região tropical, que continua recebendo ainda muita energia do sol nesta época do ano, as temperaturas máximas tendem a ficar mais elevadas em relação aos meses anteriores


Fig. 11. Previsão da temperatura máxima: (a) abril/22, (b) maio/22 e (c) junho/22.

DESTAQUES AGRONÔNICOS


SOJA: COLHEITA ATINGE 64% DA ÁREA PARA A CULTURA NO BRASIL


Em abril, figura 11(a), assim como as temperaturas mínimas, as temperaturas máximas também começam a diminuir na região Sul, devido ao avanço eventual de massas de ar mais frio. As máximas também devem ficar mais baixas em partes do Sudeste, enquanto o tempo continua mais abafado entre o Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Em maio, com a intensificação do tempo seco, as temperaturas ficam mais elevadas sobre o centro norte do país, enquanto nas áreas mais ao sul tem expectativa de diminuição das temperaturas. Podemos observar pelas áreas em tons de azul da figura 11(b), que as máximas mais baixas são esperadas para o interior da região Sul e faixa leste do Sudeste. Em junho, figura 11(c), as temperaturas máximas ficam ainda mais baixas, principalmente sobre o Sul e o Sudeste, como mostram as áreas azuis e verde escuro. As temperaturas tendem a ficar mais baixas também sobre parte do Centro-Oeste e regiões mais ao sul do Nordeste, como mostram as áreas em verde. Por outro lado, sobre o interior da região Norte, com a intensificação do tempo seco e por ser uma região tropical, que continua recebendo ainda muita energia do sol nesta época do ano, as temperaturas máximas tendem a ficar mais elevadas em relação aos meses anteriores



MILHO


Com o fim da janela ideal se aproximando nas regiões mais tardias, que semeiam milho “safrinha” até 15 de março, o movimento das plantadeiras foi intenso na semana passada, disse a AgRural, notando que o plantio está mais antecipado na atual temporada.

Em relação à safra passada para o mesmo período o avanço ficou em 74%, já em relação a semana anterior o avanço se deu em 13%. De acordo com informações da consultoria, as lavouras se desenvolvem bem em toda a região, mas Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo contam com umidade restrita no solo e precisam de mais chuva a curto prazo. Outra consultoria, a Rural Clima, não vê grandes acumulados de chuva até a próxima sexta-feira em boa parte do Sul do país, com exceção do norte e centro do Paraná. Mas a chegada de uma frente fria ao final desta semana deve melhorar as condições para o milho do centro-sul brasileiro. A colheita do milho verão, por sua vez, atingiu 52% da área no centro-sul, ante 41% no mesmo período do ano passado, segundo a AgRural.



ALGODÃO: LAVOURAS TEM APRESENTADO BOM DESENVOLVIMENTO NA BAHIA E EM MATO GROSO

As lavouras de algodão safra 2021/22 tem se desenvolvido bem no oeste baiano desde o início da semeadura a pouco mais de 100 dias. O produtor executou a adubação nitrogenada e o controle de pragas e doenças tem sido realizado sem grandes problemas. Mas é necessário manter a atenção, afinal de contas o risco não deixa de existir se o controle não for mantido até o final do ciclo. As equipes do Programa Fitossanitário da Abapa relatam a presença de mosca branca (Bemisia tabaci) nas bordaduras, trips (Frankliniella schultzei) e pulgões (Aphis gossypii). O Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), infelizmente, também aparece, por conta da colheita da soja em áreas de rotação (soja-algodão / milho – algodão). A ramulária (Ramularia areola), doença fúngica, também se manifesta, mas em níveis não alarmantes. No Mato Grosso o plantio foi finalizado com aumento de 17% na área cultivada e 1,125 milhão de hectares semeados, retornando ao patamar da safra retrasada, antes da redução em função dos preços e do clima. Segundo o presidente da Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão), Paulo Aguiar, em entrevista ao Notícias Agrícolas, houve um pequeno atraso no plantio em função de excesso de chuvas em janeiro e fevereiro, mas a expectativa ainda é positiva com projeção de produção entre 2,1 e 2,2 milhões de toneladas de pluma. A liderança destaca que os produtores já estão atentos e realizando manejos preventivos contra o bicudo mesmo que as lavouras ainda não tenham botões florais. O monitoramento das populações já começou, assim como o controle das bordaduras e utilização de tubos mata bicudos e de feromônios. Olhando para o mercado, o presidente contou que muitos volumes dessa safra já foram negociados com preços entre US$ 0,80 e US$ 0,85 a libra peso, patamar que garantia rentabilidade no momento da venda, mas menores do que os atuais, que podem chegar em até US$ 1,00 no mercado spot. Um ponto que preocupa para a sequência das atividades é o alto custo de produção, especialmente nos fertilizantes. Paulo apontou que o mesmo cloreto de potássio que foi comprado no começo de 2021 para a safra 21/22 à US$ 340,00, valia US$ 900,00 em outubro e já está sendo negociado à US$ 1.400,00 no momento. Esse aumento dos custos está no radar de produtores e associações e pode ser responsável pela diminuição da área semeada na próxima temporada 2022/23, apesar de não ser esse o desejo do setor.


Fig. 12. Lavoura de Algodão em pleno desenvolvimento.

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ZEUS AGROTECH DE MARÇO/22
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CONFIRA TAMBÉM O ANÁLISE ZEUS



Fonte das informações agrícolas: AgRural; Abapa; Ampa; Notícias Agrícolas.


EQUIPE ZEUS


meteorologistas:

BRUNA PERON | bruna.peron@zeusagro.com

NADIARA PEREIRA | nadiara.pereira@zeusagro.com


analista de relacionamento agronômico:

ANDRESSA GREGÓRIO | andressa.gregorio@zeusagro.com

engenheiro agrônomo:

CARLOS SILVA NETO | carlos.neto@zeusagro.com

diagramação:

FELIPE ARAUJO | felipe.araujo@zeusagro.com

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